Três Pontas em julho: aniversário da cidade está entre as histórias que marcam

Comemoração dos 168 anos de Três Pontas reúne escolas, fanfarras, autoridades e o calor do povo na Praça com homenagem a Milton Nascimento

O sol brilhou alto no céu de Três Pontas no dia 3 de julho. Era aniversário da cidade, mas também um convite à memória e ao orgulho. Aos 168 anos, o município reafirmou sua identidade como terra da música, da fé e do café. Na Praça Cônego Victor, onde a cidade pulsa há gerações, aconteceu o tradicional Desfile Cívico, desta vez inspirado na obra de um filho ilustre: Milton Nascimento.

Três Pontas em julho: a comemoração dos 168 anos da cidade está entre as histórias que marcam em 2025

Milton Nascimento foi o tema do evento cívico e festivo

“Foi um momento de emoção e pertencimento. Nossa cidade merece comemorações à altura da sua importância histórica e cultural”, destacou o prefeito Luis Carlos da Silva, ao receber as autoridades no Coreto Municipal ao lado do vice-prefeito e secretário de Cultura, Lazer e Turismo, Maycon Machado.

No coreto: Myller Bueno (presidente da Câmara Municipal), Maycon Machado (vice-prefeito e secretário de Cultura), Luis Carlos da Silva (prefeito), Marina Silva (secretária de Desenvolvimento Social e Habitação). Na foto seguinte, público acompanhando o Desfile Cívico do dia 3 de julho

Educação em cena: escolas emocionam

A homenagem a Bituca, como Milton é carinhosamente chamado, ganhou vida por meio das escolas, que encantaram o numeroso público com criatividade, talento e sensibilidade.

Participaram da primeira parte do Desfile os centros municipais de Educação Infantil (CMEIs). Na sequência, escolas municipais, estaduais e particulares apresentaram blocos temáticos com músicas marcantes como “Maria, Maria”, “Cio da Terra”, “Nos Bailes da Vida” e “Raça”. Além das interpretações artísticas, várias mensagens de amizade, paz e valorização da cultura mineira estiveram em evidência.

“O cuidado com as coreografias, com os figurinos e até com as acrobacias mostrou a dedicação de alunos e educadores. As escolas contaram com um auxílio financeiro da Prefeitura, aprovado pela Câmara, o que garantiu melhores condições para a apresentação”, explicou Maycon Machado.

A homenagem a Bituca, como Milton é carinhosamente chamado, ganhou vida por meio das escolas, que encantaram o numeroso público com criatividade, talento e sensibilidade

Fanfarra é sentimento

Um desfile em Três Pontas não está completo sem a vibração das fanfarras e neste ano elas estavam em peso. Destaque para a estreia da Banda Marcial Dalel Fadel, idealizada pelo Colégio Cootec e viabilizada pela intercooperação com o Sicoob Copersul. O regente, Oswaldo Duarte.

Ao todo, 11 corporações abrilhantaram o Desfile, iniciado com  a Corporação Musical Luis Antônio Ribeiro e a encantadora Banda da Apae, que emocionou a plateia com sua energia e inclusão. Elas foram regidas por Wander Scalioni e Helbert Gama, respectivamente.

Neste ano, destaque para a estreia da Banda Marcial Dalel Fadel, idealizada pelo Colégio Cootec e viabilizada pela intercooperação com o Sicoob Copersul.
Na foto seguinte, parte da apresentação da Apae de Três Pontas

Marcaram presença:

. Corporação Musical Luis Antônio Ribeiro (regente Wander Scalioni)
. Banda da Apae (Escola Pequeno Príncipe) – (regente Helbert Gama)
. Fanfarra Milton Nascimento, da E.E. Deputado Teodósio Bandeira sob a regência de Eduardo Botrel
. Fanfarra da E.E. Jacy Junqueira Gazola sob a regência de Oswaldo Duarte
. Fanfarra da E.E. Monsenhor Silveira (regentes Helbert Gama e Wallace Alexandre)
. Fanfarra da Escola Coração de Jesus (regentes Rafael Paiva Ferreira e André Duarte)
. Fanfarra da E.E. Marieta Castro (regente Gabriel de Brito Pereira)
. Fanfarra da E.E. Cônego José Maria (regente Wallace Alexandre)
. Banda Marcial Dalel Fadel do Colégio Cootec (regente Oswaldo Duarte)
. Banda Marcial Djalma Tiso da E.E. Presidente Tancredo Neves (regentes Rafael Paiva Ferreira e Wander Scalioni)
. Fanfarra do Colégio Travessia (regente Helbert Gama)

Ao todo, 11 corporações abrilhantaram o Desfile Cívico dos 168 anos de Três Pontas

Final com chave de ouro

Para fechar a manhã festiva, a Ordem Demolay desfilou ao som de “Bola de Meia, Bola de Gude”, arrancando aplausos entusiasmados do público. Um encerramento à altura do que foi um dos desfiles mais emocionantes dos últimos anos.

Para fechar a manhã festiva, a Ordem Demolay desfilou ao som de Bola de Meia, Bola de Gude

Apresentações das escolas prendeu a atenção e arrancou aplausos do público numeroso

Resgatar o passado para afirmar o futuro

A Prefeitura Municipal vê o Desfile como mais do que uma tradição: é parte da formação cidadã. “Conhecer a história da cidade e seu processo constitutivo é saber que cada indivíduo faz parte desse processo como ser ativo. É o caminho para a criação de uma identidade local, regional e nacional”.

A escolha por homenagear Milton Nascimento reforça esse sentimento de pertencimento e orgulho. Nascido no Rio de Janeiro e criado em Três Pontas, Bituca eternizou o nome da cidade em versos, notas e melodias que atravessaram fronteiras.

Com a homenagem, a Administração reforça o vínculo entre passado e presente, mostrando às novas gerações o legado de Milton para a cultura brasileira e para a identidade trespontana.

O Desfile Cívico é uma realização da Prefeitura de Três Pontas, com envolvimento das secretarias municipais lideradas pelas secretarias de Educação, que tem à frente a secretária Mariane Pimenta, e de Cultura.

“Conhecer a história da cidade e seu processo constitutivo é saber que cada indivíduo faz parte desse processo como ser ativo. É o caminho para a criação de uma identidade local, regional e nacional

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