Santa Casa de Três Pontas lida com queda no estoque de sangue e faz apelo à solidariedade
Níveis críticos para os tipos A-, O+ e O- colocam pacientes em risco. Doações de todos os tipos sanguíneos são necessárias com urgência
Era uma manhã comum quando o pequeno Caio, de apenas 8 anos, chegou ao hospital de uma pequena cidade do sudeste do Brasil com um quadro grave de anemia. Sua vida dependia de uma transfusão urgente. No entanto, o banco de sangue estava quase vazio. O tipo sanguíneo dele – O negativo – estava entre os mais escassos. Graças a uma doação feita dois dias antes, foi possível iniciar o tratamento a tempo. Hoje, Caio está bem. E quem salvou a vida dele nem sabe o bem que fez.
Histórias como essa se repetem todos os dias em vários hospitais do país, algumas com finais felizes, outras nem tanto. Por isso, a Santa Casa de Três Pontas faz um apelo: os estoques de sangue dos tipos A-, O+ e O- estão em níveis críticos e a reposição é urgente. “Ainda que a situação mais grave seja para esses grupos, todos os tipos sanguíneos são bem-vindos e necessários”, afirma a instituição de saúde.

Uma doação, quatro vidas
Um único gesto pode ter um impacto multiplicador. Cada doação de sangue pode salvar até quatro pessoas. Acidentes, cirurgias de emergência, tratamentos e assistências a pacientes, por exemplo, oncológicos – exigem reposição constante dos estoques. O sangue é insubstituível: só pode ser doado por quem está disposto a estender a mão ao próximo.
Para facilitar, a Santa Casa oferece transporte gratuito para os doadores e garante a alimentação no dia da doação. Tudo com segurança, acolhimento e gratidão.
Faça seu pré-agendamento agora mesmo e ajude a salvar vidas: santacasatrespontas.com.br/doacao-de-sangue
De paciente a doador: o ciclo da solidariedade
A história de Ana Maura, hoje com 32 anos, moradora do interior paulista também emociona e serve de exemplo. Há alguns anos, ela sofreu complicações durante o parto e precisou de várias bolsas de sangue. “Naquele momento, a única coisa que eu ouvia era que o sangue estava a caminho. Eu nem conseguia pensar. Só rezava para ele chegar a tempo”, conta.
Recuperada e com o filho nos braços, Ana Maura se comprometeu com uma nova missão: se tornar doadora frequente. “Eu sou prova viva de que a solidariedade de alguém pode nos dar a chance de continuar. E agora sou eu quem doa.”
Não pode doar? Você ainda pode salvar vidas
Se, por algum motivo, você não puder doar sangue, seja um multiplicador dessa mensagem. Compartilhe com familiares, amigos, colegas de trabalho. Incentive, converse, poste nas redes sociais. A solidariedade também se propaga pelo exemplo e pela informação.

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